Celebração do final de ano na Maternidade acontece adaptada em resposta à pandemia

Todo final de ano é um momento que serve para agradecer as realizações, praticar o amor ao próximo e refletir sobre as atitudes. Neste ano de 2020, tendo em vista que a pandemia mudou o mundo, a Maternidade Cândido Mariano não abriu mão de celebrar o Natal e promoveu o seu tradicional culto ecumênico seguindo todas as orientações e protocolos de segurança baseados em distanciamento social, higiene, monitoramento e comunicação.

Realizado na noite da última sexta-feira, 4 de dezembro, o culto ecumênico, organizado pela equipe de capelania da Maternidade Cândido Mariano e voltado às mulheres hospedadas na Casa da Mãe Gestante e aos funcionários do plantão noturno, aconteceu no Espaço Luz, localizado na antiga piscina do hospital e contou com a apresentação do Coral da Santa Casa de Campo Grande, conduzido pelo maestro Teófilo Gonçalves.

Durante o culto ministrado pelo capelão Adão José Pereira e pela capelã Elizabeth Pinheiro, compuseram o quadro de autoridades, o presidente da Maternidade, Cezar Luiz Galhardo, o vice-presidente, Antônio Carlos Martins Filho, o diretor executivo, Paulo Chagas, a conselheira fiscal, Abigail Marques de Souza, o assessor da presidência, Renato Cubel e o presidente da Santa Casa, Heitor Rodrigues Freire. Ao final, foram distribuídos panetones aos presentes.

Confira a reportagem do SBT MS sobre o casal que já tinha gêmeos agora é surpreendido com trigêmeos

Uma surpreendente história do nascimento de trigêmeos, dois meninos e uma menina são filhos de um casal homoafetivo. E o mais impressionante é que elas já tem dois gêmeos, que nasceram há 14 anos. E foi o mesmo Médico que fez os dois partos. Confira a reportagem do SBT MS:

 

 

 

Novembro Roxo: campanha ressalta sensibilidade para questões de prematuridade

Você sabia que além da campanha Novembro Azul, o mês de novembro também é o período de outras campanhas? Uma delas é o Novembro Roxo. A campanha ressalta a sensibilidade para a prematuridade e seu objetivo é alertar sobre questões que envolvem o crescente número de casos.

Além disso, o mês ainda abriga o Dia Mundial da Prematuridade, comemorado no dia 17. Diversas atividades são realizadas durante esse período, chamando a atenção da população como um todo, sobre a necessidade de políticas públicas de prevenção, tratamentos médicos e atenção humanizada aos familiares.

Cerca de 15 milhões de bebês nascem de forma prematura todo ano, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Infelizmente, cerca de 1 milhão de crianças morrem anualmente devido às complicações do parto prematuro. A prematuridade é a principal causa de óbito de crianças menores de cinco anos.

A luta do bebê e da família, não se detém apenas ao período de UTI Neonatal, vai muito além. Alguns dos sobreviventes enfrentam desafios ao decorrer da vida, podendo ser dificuldades de aprendizagem, problemas visuais, auditivos, entre outros.

Por que o roxo?
A cor roxa foi escolhida para ser o símbolo da campanha por representar a sensibilidade, individualidade e particularidades de cada bebê prematuro. Além disso, a cor roxa também significa transformação. O que é algo visível para quem acompanha todo o processo de desenvolvimento de um bebê prematuro.

 

Fonte: https://www.cliccamaqua.com.br/noticia/59440/novembro-roxo-campanha-ressalta-sensibilidade-para-questoes-de-prematuridade.html

Concurso de Seleção para Residência Médica AAMI 2021

Maternidade Cândido Mariano avança na humanização e inaugura quarto com banheira

A primeira sala parto humanizado respeitoso, com banheira, da Maternidade Cândido Mariano foi inaugurada na última quarta-feira, 7 de outubro. O projeto, encabeçado pela sociedade civil organizada e liderado pela médica Rúbia Borges e pela doula Tatiana Marinho, contou também com o auxílio de vários profissionais da equipe do hospital para a finalização.

 

O método, que funciona como um alívio para a dor durante o parto, por meio do banho morno que ajuda no relaxamento muscular, segue o modelo de hospital materno mais trabalhado fora do país. O objetivo principal é incentivar o parto natural, proporcionando à gestante todo o suporte e acolhimento necessários.

 

Segundo a enfermeira da Maternidade Cândido Mariano, Patrícia Nunes, o uso da água apresenta vantagens significativas. “Esse efeito anestésico ajuda a atenuar as contrações. Causa a sensação de leveza, o que aumenta a mobilidade da mulher. Além disso, reduz a sensação de cansaço e apresenta uma recuperação mais rápida por ser parto normal”, reforça.

 

Ainda de acordo com a enfermeira, o parto na água é uma das práticas promovidas pela Maternidade Cândido Mariano para diminuir o uso de intervenções. “O contato pele a pele entre a mãe e o bebê, os exercícios como agachamento e o uso de métodos não farmacológicos de alívio da dor também são oferecidos à gestante no hospital”, explica Patrícia.

 

Para o diretor da Maternidade, Daniel Miranda, o respeito aos desejos da mulher e as boas práticas de atenção ao parto refletem também no avanço da saúde de Mato Grosso do Sul. “Atualmente, contamos com um hospital reestruturado e equipado para oferecer o melhor atendimento possível às gestantes de todo o Estado. Nosso foco é evoluir sempre”, comenta o médico obstetra plantonista.

 

Vale ressaltar que as boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento são oferecidas à todas as pacientes da Maternidade Cândido Mariano, seja pelos convênios, particulares ou pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Maternidade Cândido Mariano

A Maternidade Cândido Mariano, localizada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, é referência nacional em ginecologia obstetrícia e UTI Neonatal. Há 82 anos, faz parte do momento mais importante na vida dos sul-mato-grossenses, que é o nascimento. Sua meta é o cuidado com excelência, modernização e segurança, além do compromisso com o bem-estar de todos que procuram a instituição. Maternidade Cândido Mariano. Aqui, nasce o futuro.

Maternidade volta a permitir a entrada de doulas, estagiários e acadêmicos

A entrada de doulas, estagiários e acadêmicos voltou a ser permitida pela Maternidade Cândido Mariano. A decisão foi da diretoria executiva do hospital, e começou a funcionar com alguns protocolos a serem seguidos para que a instituição fique livre e segura da covid-19.

 

As doulas, estagiários e acadêmicos serão permitidos desde que não estejam com sinais de sintomas gripais, tenham idade entre 18 e 59 anos, não pertençam ao grupo de risco para covid-19, levem consigo suas máscaras de proteção respiratória (PFF2, PFF3 e N95) e estejam fazendo o uso de sua identificação para circular pelo hospital.

 

Covid-19

 

A enfermeira Renata Guedes explica que a entrada de pessoas de fora em ambiente hospitalar é um risco de duas formas. “A gestante ou parturiente pode ser infectada no hospital e levar com ela o vírus para a rua, para a casa e contaminar outras pessoas. Ou a mulher que acaba de chegar no hospital pode trazer o vírus da rua e infectar a equipe de profissionais e outros pacientes”, diz.

 

Renata ainda ressalta que não e existe um protocolo único sobre Covid-19 no país. “Para o Ministério da Saúde, cada serviço de saúde tem autonomia para orientações específicas, de acordo com a comissão de controle de infecção hospitalar”, afirma a chefe de enfermagem da Maternidade Cândido Mariano.

 

Por isso, para a permissão ser validada, foi criado um protocolo de contingência pela equipe da Maternidade. A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) aumentou a quantidade de equipamentos de proteção individual (EPIs) disponíveis aos usuários dos serviços do hospital e também instalou um sistema de triagem para doulas, estagiários, acadêmicos, gestantes e médicos.

 

Doulas

 

Doula é uma assistente de parto, com ou sem formação médica, que acompanha a grávida durante o período da gestação e após o parto, com foco no bem estar da mulher. Vários estudos técnicos afirmam que ter uma doula acompanhando traz diversos benefícios, como um trabalho de parto de menor duração e a facilitação da amamentação.

 

A Maternidade Cândido Mariano entende que as doulas são sinônimos de informação, acolhimento, apoio físico e emocional às mulheres durante a gravidez, o parto e o pós-parto. “A nossa intenção é proporcionar esse apoio a parturiente, sem esquecer dos riscos do covido-19”, ressalta o diretor executivo do hospital, Paulo Chagas.

#TBT Presidência agradece secretário Geraldo Resende com certificado de “Amigo da Maternidade Cândido Mariano”

A Maternidade Cândido Mariano recebeu a visita do secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, no final do mês de julho de 2020, para receber o certificado de “Amigo da Maternidade Cândido Mariano”, pelo apoio que o gestor tem dado a instituição.

A ocasião serviu também para o secretário verificar o funcionamento dos equipamentos adquiridos por meio de uma emenda individual ao Orçamento Geral da União/2018, no valor de R$ 700 mil, viabilizada na época em que o político era deputado federal.

Relembre a visita: https://maternidadecandidomariano.org.br/maternidade-participa-de-reuniao-de-agradecimento-a-assinatura-da-nova-contratualizacao-com-a-prefeitura-de-campo-grande

Setembro Amarelo: como reconhecer uma mãe precisando de ajuda

Mesmo com o aumento do conhecimento sobre as dificuldades do puerpériobaby blues e depressão pós-parto, ter um filho ainda é considerado como um momento perfeito, de realização pessoal, em que a mulher está sempre feliz. A visão romântica pode fazer com que a mãe deixe de pedir ajuda quando sente que sua saúde mental está abalada.

“A idealização que se faz da maternidade dificulta o diagnóstico de depressão pós-parto e outros transtornos”, comenta Renata Pereira de Felipe, pesquisadora do Centro em Pesquisa Aplicada em Bem-estar e Comportamento Humano da Universidade de São Paulo (USP).

Discutir a saúde mental da mulher durante a maternidade e abrir espaço para que uma mãe que está sofrendo rompa o silêncio são os primeiros passos para diminuir os índices de depressão pós-parto, que chegam a 40% no Brasil. Ela é um dos principais fatores de risco para o suicídio materno, para o qual não existem dados nacionais.

Como flagrar o sofrimento

Logo depois do parto, algumas mães passam pelo baby blues, condição bem prevalente que causa uma melancolia passageira, que tende a regredir nas primeiras semanas de vida do bebê. A depressão pós-parto geralmente surge um pouco depois, até o quarto mês – período que pode se estender até um ano.

Mesmo antes do bebê nascer, a saúde mental deve ser observada. “A sociedade passa a ideia de que ela deve estar feliz grávida, e quando ela percebe que não está, pode omitir esse sentimentos para que não haja julgamento ou culpa”, afirma Marcella Sandim, psicóloga especialista em saúde mental materna, que compartilha dicas sobre o tema no perfil Aprimorar Materno. Essa tristeza fora do comum pode, por exemplo, se disfarçar de excesso de atividades.

As sutilezas continuam depois do parto. Diferente do que se pensa, nem sempre a mulher com depressão ficará mais distante do bebê. “Mesmo uma mãe com indicadores de depressão pós-parto pode ter uma boa interação com seu filho, sorrindo, tocando e falando com ele na mesma frequência que mães não deprimidas”, comenta Renata, que estudou o tema em seu mestrado. “O que muda é a qualidade dessas trocas”, explica.

Essas alterações são muito individuais e podem ser imperceptíveis a quem está ao redor, por isso vale prestar atenção a outros indícios de depressão. São eles:

  • Perder o prazer em coisas e atividades que gostava antes
  • Tristeza excessiva
  • Falta ou excesso de apetite
  • Insônia ou sono excessivo
  • Desinteresse sexual
  • Alterações bruscas do humor
  • Deixar de ver sentido nas coisas
  • Choro constante
  • Tirar a prioridade de si e dedicar-se só aos outros, em especial ao bebê
  • Sentimento de que não se reconhece mais

As alterações de humor e a falta de disposição/interesse são as evidências mais comuns – as outras nem sempre dão as caras. “O mais importante de tudo não é exatamente que sintoma aparece, mas a frequência do comportamento, atitude ou pensamento”, ensina Marcella.

Como reconhecer o risco de suicídio

Os sinais são semelhantes aos da depressão, mas com algumas diferenças. “Uma coisa muito característica é fala do esgotamento, quando mente e corpo estão no limite e a mãe verbaliza isso”, aponta Marcella. Frases como “eu não aguento mais”, “eu já tentei de tudo”, “eu não consigo mais”, “eu quero sumir” são motivo para entrar em estado de alerta.

Esse desejo de não viver pode se manifestar a nível físico: a pessoa começa a dormir demais ou usar substâncias lícitas, como álcool e medicamentos, e mesmo ilícitas. O comportamento pode ser de distanciamento das pessoas que ela ama, para evitar que elas sofram. “Ou, contrário, uma aproximação intensa de coisas e pessoas que ela gostou durante a vida, como uma despedida”, ensina Marcella.

O que leva ao suicídio, de fato?

Antever o problema é importante. Por isso, fique atento aos fatores de risco, como ansiedade durante a gravidez, eventos estressantes, como a morte de alguém querido, divórcio, dificuldades financeiras ou perda do emprego. “Tentativas prévias, histórico familiar e outros transtornos além da depressão, como o bipolar, também devem ser levados em consideração”, destaca Helena Aguiar, psicóloga da Perinatal Barra, no Rio de Janeiro.

Outros fatores como estar em um ambiente vulnerável, sofrer violências físicas ou verbais, não ter apoio do parceiro ou da família, além de sentimento de isolamento podem levar em casos extremos, à vontade de tirar a própria vida. “O suicídio é a consequência de algo que está acontecendo na vida da mulher, uma resolução para seus problemas”, aponta Marcella.

Como ajudar

A estratégia mais certeira é oferecer à mulher um espaço de fala, onde ela possa expressar o que está sentindo e quais são suas dificuldades. Para que isso ocorra, é importante não romantizar a maternidade. Nem sempre a mãe consegue dividir suas angústias, e isso pode ficar mais fácil se a cobrança social sobre ela diminuir.

E dá até para prevenir problemas emocionais e transtornos como a depressão. Existe o pré-natal psicológico, uma ferramenta de preparação da mulher – e diferente do que se prega por aí, os especialistas não acreditam na história de que todas nascem sabendo como ser mães.

Mostrar a ela que não está sozinha, oferecer ajuda em tarefas e atender necessidades também ajudam a diminuir um pouco da sobrecarga dos primeiros meses. “Mas quando a pessoa próxima percebe um grande risco, é necessário encaminhar essa mulher para um profissional adequado”.

Como procurar ajuda

Os especialistas comentam que o ideal é recorrer a especialistas que tenham conhecimento em saúde mental materna. O ginecologista também pode ajudar. “Há uma técnica para identificar de maneira rápida o risco de depressão pós-parto, que deveria ser usada por todos os ginecologistas e obstetras”, comenta Renata, citando a Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo, um questionário simples, com 10 questões que avaliam os sentimentos e pensamentos recorrentes da mulher.

“Mas o que vimos é que essa prática não é utilizada amplamente, assim as mães acabam sujeitas a uma avaliação subjetiva”, diz a pesquisadora, que destaca o papel das políticas públicas para melhorar o cuidado com as mães. “A falta de financiamento impede a realização de estudos que sirvam de base para estratégias efetivas”, conclui.

CVV – Centro de Valorização da Vida, oferece suporte para pessoas pelo telefone 141 ou acesse o site. O atendimento é gratuito, sigiloso e não é preciso se identificar. O site também oferece um material bem rico sobre como ajudar alguém que pensa em suicídio.

 

Reportagem do portal Bebê do Grupo Abril: https://bebe.abril.com.br/familia/setembro-amarelo-como-reconhecer-e-auxiliar-uma-mae-precisando-de-ajuda/

Veja quem são os ganhadores do sorteio do Agosto Dourado 2020

Atendimento ambulatorial da Maternidade agora pode ser feito via WhatsApp

Nesta quinta-feira, 20 de agosto, a Maternidade Cândido Mariano começou seus atendimentos ambulatoriais via WhatsApp. Confira: